Não tem astro de verdade de rock, jazz, bossa nova ou seja lá o que for que não tenha cravado um estilo de vestir também. O melhor acessório, para mim, é o cigarro pendendo no canto da boca do Tom Jobim nos anos 60. Ele não era lindo??? ( Tom, não o cigarro, claro). Cigarro não é chique, mas ele tinha a licença poética. Tem o Mick Jagger, com as calças mega colantes, também lindo na época dele. E eu vi no site do NYTimes um slide show com bandas de rock de garotas, todas com muito estilo. Gosto mais das meninas do Plasticines. Veja lá o slide show. Muito sexy, não?


A Erin Mizuta, boa repórter, bonita, esperta e descolada, trouxe essas imagens do Japão, clicadas por seu namorado, Leo Uehara. E assina o post abaixo, sobre o estilo nada minimal dos japoneses. Obrigada, Erin, minha primeira blogueira convidada. Não tem um quê de Regina Guerreiro?

“Moda japonesa não é mais minimalista, é fácil perceber nas ruas de Tokyo. Meninos e meninas tokyotas são especialistas na arte da sobreposição de peças. E não existe solução melhor – ou mais descolada – para transformar o visual básico em super produção. É mais ou menos assim: você sai para fazer compras e se encanta por um brinco de acrílico. Logo depois um cinto, uma saia cigana e um colete de alfaiataria. Mais pra frente você encontra uma bota caubói incrível. Daí, como aquelas crianças ansiosas para estrear o brinquedo novo – ou mesmo como a gente, que mal vê a hora de usar o que comprou – coloca as peças pra sair. Mas tudo junto!!! A moda japonesa prega harmonia entre estilos, estampas, padronagens e propósitos. E dispa-se do (pre)conceito da funcionalidade: a única intenção é vestir-se bem. Pegou o espírito? Agora, para fazer com que tudo combine, só mesmo nascendo lá, já que o dom genético. Ou então com anos de treino intensivo. Vale a pena tentar: você nunca mais vai conseguir sair com uma blusa só.” Por Erin Mizuta

Casal

maio 9, 2008


Formam um par fofo, eu acho.

Bonita

abril 25, 2008


Adorei a roupa dela. De certa forma, tem um monte de elementos da moda (colete, metalizados, xadrez, short), mas a composição ficou simples, discreta quase. E bem bonita.

Ser mãe é…

agosto 20, 2007

lolo.jpg
Passear com os babies por aí com um look super bacana. Nós merecemos não andarmos mulambentas, apesar do pouco tempo que temos para nos arrumar, entre mamadeiras e fraldas. Essa é a designer Larissa e sua filha, Lolô, muito fofa, aliás (acho que eu parecia com ela quando era pequena). Entre para o movimento das mães com estilo e mande sua foto chiquérrima com o baby fofo para publicar no Chiqueria.

Elegância…

agosto 18, 2007

sralcino1.jpg

…é igual saudade: não tem idade. Adorei esse senhor no Parque da Água Branca, todo fino, de chapéu e sapato branco. Diariamente elegante, diz ele.

Sobre a futilidade

julho 6, 2007

Então, essa moça ou moço aí embaixo é fútil? Sei lá. O texto é? Olha, eu só sei que ele é muito divertido. Morri de lir ao ler. Até porque me identifiquei com a situação, quando fui lá pra NY. O primeiro museu que eu visitei foi o MoMA, o mais famoso dos Estados Unidos, acho (eu gosto mais do Whitney, que tem aquele quadro mais lindo do mundo da Georgia O´Keefe. Deus a tenha. Aliás, tem uma coleção dela lá, mas eu não pude ver porque estava fora). Primeira coisa que eu vi? Uma tábua de construção encostada na parede. Aliás, parece uma obra do Baravelli que eu já tinha visto por aqui. Só que pintada de vermelho. Aí, continuei andando e, no auge da distração, pisei nuns papéis amassados jogados no chão. O segurança quase me matou. Era uma obra de arte. Uma instalação. Que gafe. Logo depois fui para uma ala mais tradicional, de arte moderna, em que as obras estava penduradas na parede e não atiradas do lado da lata de lixo. Ufa, mas até chegar lá, valha-me Deus! Gostei de quase tudo o que eu vi. Reconheci a importância de outras. Não me deu vontade de ir pra Macy´s, não, pois aquilo me dá dor de cabeça na hora. Mas que eu fiquei com saudade de andar pra olhar umas lojinhas, eu fiquei. Liguei pro meu anfitrião na hora e falei, vamos pro SoHo!!! Hahahahaha. Ele já havia me advertido sobre esse possível efeito colateral. Cheguei em casa à noite mais culta, mas também cheia de sacolas na mão. É fútil desencanar do museu e ir olhar vitrine??? Bom, acho que nada representa mais a cidade do que aquele monte de lojinhas dos bairros pseudo-descolados. E com um povo característico de cada um dos tais bairros em volta. Essa é a cara da cidade, também, e não tem nada de fútil nisso. Ou tem. Tudo. Mas e daí. Eu não aguento, como o autor aí abaixo, essa galera pseudo intelectual que acha tudo o que não é museu e pós-graduação da FFLCH uma futilidade. Eu não moro no Nepal, infelizmente. E adoro sorvete Haaagen Dazs e chocolate belga (sempre no dia 05 de cada mês, claro!).