Diga sim!!!!

maio 28, 2008


Sim, minha amiga me ligou essa semana dizendo que vai se casar. Que delícia, tá superempolgada com os preparativos e me chamou pra escolher o vestido (vai ser minha primeira consultoria de noiva!!!) e afins. Que emoção! Ela já veio com aquela história que quer um vestido mais alternativo, curto, diferente. Sei. Mais uma com esse papo. Elas começam dizendo que querem um vestido da Raia de Goeye e terminam mais fofas que a Lady Di naquele estoque de tafetá da Lorraine pra um ano que ela casou. Ela é princesa. Era. Princesa mesmo. Então, ela podia. Mas amiga minha não casa com vestido que se confunda com o bolo. E eu sei que nem é isso que a Dani quer (aliás, foto dela aí em cima. Dani é a dona do blog Digasim e fotógrafa de casamentos lindos). Ela não faz o tipo vestido-bolo. Mas também não quero que você vá simplezinha, please! Noiva tem que arrasar. Se você vai casar, já vai deixando o cabelo crescer, faz aquele regiminho oportuno. Noiva não tem perdão se não for absoluta.

Bazar, bazar, bazar

maio 27, 2008


Queridos, está rolando um bazar recomendado pela minha amiga chiquérrima Tatá. É da marca Consolata, de Minas, hoje, amanhã e quinta na rua Capote Valente, 467. A Consolata é da Marcela Prata. Separei esse vestidinho porque é mega fofo.

Nada é mais chique

maio 26, 2008


Sabe aquela pergunta da revista Serafina, da Folha, para os colaboradores, sobre o que é fino? Eles não me perguntaram, mesmo porque minha única colaboração para a Folha é ler o jornal de domingo, mas já digo que não tem nada mais fino, chique e maravilhoso do que um final de semana na praia com seu bebê (ok, eu sei, ele já tem quatro anos, mas sempre será meu bebê). Postei essa foto que eu acho linda e que tiramos em Ibiraquera quando ele tinha seis meses.


Bom, o feriado está aí, não há como negar. Ele está tomando conta de nós. Pensando bem, esqueça a bota abaixo. Esqueça o salto 10 cm. Esqueça a saia lápis. Esqueça o rímel, o blush, a carteira prateada. Só não esqueça o filtro solar pelamordedeus porque camarão só fica bom no Fondue Tailandês que minha amiga Renata (a chef mais linda do litoral norte) preparara lá no Marakuthai, na Ilhabela. Pele é igual mãe, querida, só tem uma. Agora, pisar descalça na areia não tem preço. Eu sempre abri mão de qualquer objeto do desejo fashion por um dia na praia. Relativiza tudo. Um, dois, trinta dias. Meu guarda-roupa da vida toda por seis meses em Barra Grande. Esquece as compras porque shopping é muito chato e põe as malas no carro, no ônibus, no avião. Se joga no mar. Não tem maquiagem que substitua umas bochechas bronzeadas.

Momentos

maio 21, 2008


Estou num momento sapato. Sabe aquela fissura pré-TPM que a gente tem por doces e chocolates? Eu estou assim, mas só penso em sandálias, botas, scarpins. Idéia fixa mesmo. Eu sonho com eles agora. Vai entender. Mesmo que você não esteja no mesmo momento, todas as mulheres mais ou menos maduras amam sapatos (e jóias. Leia o post Não confie em ninguém com mais de 30… que não goste de jóias). Portanto, minha dica de hoje é uma bota que eu destaco porque tem um preço bom (R$ 199) e foge desse estilo caubói ou montaria que reina por aí. É da Jorge Alex, que tem lojas em Santana e Moema.

Eu tenho uma idéia sobre a utilidade das roupas. Elas não existem só por existirem. Elas existem para nos fazer mais bonitos, mais elegantes, mais quentinhos, mais fofos, mais poderosos, claro, isso também. Mas algumas coisas existem para cumprir uma função bem definida. Cintos, por exemplo, que estão em alta agora. Eles serviam para segurar calças que caíam, antigamente. Essa função mudou um pouco e depois eles passaram a demarcar a cintura feminina, deixar a mulher mais bonita. Essa função ainda vale com essa nova moda de cintos. Eles já não precisam segurar calça do zé barnabé, mais continuam servindo pra fazer uma cinturinha. Se a roupa é muito, muito justa, portanto, normalmente não o cinto não é necessário. O cinto pode sobrar em uma calça e camisa justésima. E sobrar, em matéria de visual, é tão ruim quanto faltar. Eu gosto muito de cinto com saia lápis e suéter mais justinho, mas como os suéteres não são mega apertados, não faz mal. Em camisas de stretch eu dispensaria. E com tops de lycra ou coisa que o valha também não precisa. Eles já são justos suficientemente. O cinto faz mais sentido, e realmente cria a impressão de cintura mais fina, com uma roupa mais soltinha. Por hoje é só, pessoal.

De salto alto

maio 19, 2008


Eu comecei com pouco, muito pouco. Pra falar a verdade, com nada. Meu médico disse para eu aumentar um tanto, só um pouquinho. Faria bem para a minha saúde e eu havia tido alguns problemas… Bom, isso já foi há dez anos. Mas eu fui gostando e aumentando cada vez mais e agora não consigo parar nem por um único dia! Eu quero saltos cada vez mais altos, não posso evitar. Que peruagem é essa, menina?! Nem eu sei. Mas eles são tão lindos, sexies, poderosos que eu não tenho resistido. Comprei umas sapatilhas recentemente para descansar meus pezinhos, mas me sinto tão bem com meu salto 8,5 cm!!! Ontem percebi que passei dos limites. Tava na Zara olhando roupinha pro Nino e, de longe, bem de longe, vi um salto. Ele era tão alto que podia ser visto a quilômetros de distância. Mas como era lindo!!! Sabe quando a Ellen Mirren viu aquele alce (ou sei lá o quê) em A Rainha? Ela olhou com aquela cara de admiração, de quem vê algo real, de realeza, digo, e disse “you´re beauty”? Ela me entende. Eu nunca comprei sapato na Zara. Prefiro comprar em sapataria que tenha sapatos duráveis. As coisas da Zara não duram muito e eu me frustro quando me dedico a escolher uma roupa ou um sapato e eles acabam logo (não sei com sapatos, mas com malhas acontece isso muito). Mas eles eram tão incríveis. Pareciam com um par que minha mãe tinha e que era minha fantasia preferida na infância. Acho que foi isso. Peep toes de camurça cinza, sem detalhes, mas saltos que deveriam ter uns 10 cm!!! Com uma plataforma na sola, revestida com o mesmo couro do sapato. Bom, eu disse chega pra esse meu instinto Luis XV. Chega! Não levei, não. Mesmo porque já comprei sapatos recentementes e não queria gastar mais com isso. Preferi investir no CDB. Mas sonhei com eles e tudo o que eu vi nas vitrines depois – um cinto de lacinho, um vestido, uma carteira – combinava perfeitamente com aquela camurça cinza. Consumismo é assim, se você dá o pé, ele quer a cintura, o pulso, o corpo todo. Não dei. E meus pés ficaram felizes como nunca no meu All Star prata de zebrinhas.